Eventos

22 Fevereiro 2024

A Intimidade, a Sexualidade e o Paterno numa Pessoa Homossexual


O evento é reservado a clínicos da IA.

Nota curricular da oradora
Ana Teresa Vale
Psicóloga Clínica Psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise Faz parte do corpo editorial da Revista Portuguesa de Psicanálise Membro europeu da COWAP - Committee on Women and Psychoanalysis

14 Dezembro 2023

Terapeuta e Paciente como Estrangeiros: Identidades em Travessia Transcultural


O evento é aberto ao público em geral.

Nota curricular da oradora
Ana Isabel Pereira
Psicóloga Clínica, Psicoterapeuta Psicanalítica pela Sociedade Portuguesa de Psicologia Clínica, Psicoterapeuta e Investigadora no Centro de EtnoPsicologia Clínica, Membro do AppsyCI (Centro de Investigação do ISPA)

2 Novembro 2023

Não é Claire


O evento é reservado a clínicos.

Nota curricular da oradora
Catarina Perpétuo
Mestre em Psicologia Clínica e psicóloga clínica em consultório privado. Sócia da IA. Doutorada em Psicologia do Desenvolvimento, desenvolve investigação no Centro da Criança e da Família do William James Center for Research. Lecciona unidades curriculares ligadas ao desenvolvimento da criança, investigação e psicanálise no 1° e 2° ciclos de estudos do ISPA.

III Colóquio O Sexo e o Sexual

Em breve teremos percorrido um quarto de século após a entrada no segundo milénio. Como vivemos nós, hoje, o sexo e a sexualidade? Como os pensamos e teorizamos? Estamos na era do desenvolvimento científico e tecnológico e o invisível parece ter pouco peso no nosso quotidiano. Por isso não se fala do intrapsíquico senão quando ele se impõe. E mesmo então falamos de sintomas ou de síndromes designados por iniciais sem cuidarmos do que lhes subjaz. Em 1905 Freud escreveu que desde sempre as crianças têm sexualidade e, sublinhemos, psicossexualidade. Apesar do escândalo ficou estabelecida a ligação entre a sexualidade e a organização da personalidade, as relações amorosas e os sintomas. O mais importante da psicossexualidade era a vertente inconsciente, especificamente humana da criação do desejo ligado às necessidades afectivas. Os anos 60 do século XX ficaram marcados pela revolução sexual. Afirmou-se ostensivamente a liberdade sexual contra a repressão e os tabus. Afirmou-se socialmente que pode haver sexo sem amor. Com o aparecimento da pílula foi possível à mulher dizer que o seu corpo era deveras seu. Este progresso levou à libertação do desejo da mulher e à separação entre desejo e procriação. Com os movimentos LGBT+ que se afirmaram no tecido social salientou-se, tal como J. Money nos anos 50 havia dito, que sexo e género são dissemelhantes e que a orientação do desejo é variada e variável ou pode mesmo não existir. Mais recentemente os progressos científicos e tecnológicos mostraram que é possível conceber sem sexo e constituir famílias não binárias que invalidem a teoria da complementaridade dos sexos e dos papéis sócio-familiares. O que sabemos nós de novo neste campo que possamos afirmar de modo indubitável tendo em conta as mudanças e a enorme variabilidade? À sexualidade retirou-se a parte psico e isso tornou novamente o desejo e a sua existência, misteriosa sem a sustentação da líbido e da fantasia inconsciente? Que papel tem a sexualidade na dinâmica das novas famílias? E a sua ausência, quando o desejo não se manifesta? Poderá nesta época em que aparentemente não existem tabus haver amor sem sexo? Isso significa que a psicossexualidade, as fantasias e o afecto deixam de existir? Ou que corpo e psiquismo se reintegram de uma outra forma divergente da do desejo pelo corpo do outro? Nestas Jornadas que temos o prazer e orgulho em organizar vão estar presentes profissionais de diversas áreas que nos vão ajudar a pensar estas questões e a criar outras tantas, tão complexas e amplas quanto o são o ser humano e o ambiente que ele cria como matriz de si próprio.

A Comissão Organizadora
Ângela Vila-Real
Ana Sotto-Mayor
Pedro Freitas
Catarina Perpétuo
Giovani Paschoal
Manuel Felino
Rita Garcia

20 Abril 2023

Da Filosofia da Linguagem aos Direitos LGBT: Consequências na Prática Clínica


Nota curricular do orador
Fábio Mateus
Mestre em Psicologia Clínica pelo ISPA-IU
Membro Fundador e Presidente da Associação de Psicologia e Desenvolvimento Comunitário (2016-presente)
Membro da American Association for Psychoanalysis in Clinical Social Work
Membro da International Society of Psychoanalysis and Philosophy
Membro da International Neuropsychoanalysis Society

16 Fevereiro 2023

Diálogos de Orientação Para a Intervenção Psicológica LGBT


Nota curricular da oradora
Carlota Simões Raposo
Psicóloga Clínica (ISPA, 1995)
Formada em Grupanálise e Psicoterapia Analítica de Grupo

12 de Janeiro de 2023

O Que Eu Aprendi Com a Comunidade Trans

Nota curricular da oradora
Maria José Campos, nascida a 25/02/1955, é licenciada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa, em 1983. Especialista em Medicina Interna, dedicou permanente interesse às áreas de Infecciologia e de Medicina Tropical. Participou ao longo da sua carreira na constituição de várias organizações não governamentais relacionadas com a defesa dos direitos das pessoas que vivem com VIH e hepatites virais, utilizadoras de drogas, das pessoas que fazem trabalho sexual e migrantes. Defende a eutanásia e é a favor da legalização de todas as drogas. Aguarda a chegada da reforma (dentro de meses).  

4 Junho 2022

Jornadas Trans

Evento que nasce do empenho conjunto da APPsyCI (Applied Psychology Research Center Capabilities and Inclusion) e a IA-Identidades e Afectos Associação. Neste evento científico dispomo-nos a partilhar o que já sabemos e a questionar o que ainda não sabemos no que respeita ao género dos trans, dos cis e, em suma, de todos nós. A reflexão conjunta será sempre a base a partir da qual procuramos a compreensão do género humano de um modo cultural, corporal, individual subjetivo e clinicamente significativo. As perspetivas múltiplas da psicologia, da medicina, da psicanálise e da arte, farão deste dia uma jornada de trabalho que esperamos importante e útil para todos nós no alargamento dos nossos posicionamentos e conceções individuais.

28 Abril 2022

Pensar a Psicossomática

A psicossomática é a ciência que estuda as doenças orgânicas com descarga no corpo, isto é, uma lesão de órgão ou sistema provocado por alguma disfunção do sistema nervoso. Na psicossomática, pensa-se a realidade na sua unidade, considerando os aspetos biológicos e psicológicos. Interessa-se pelos aspetos de interação causa/efeito, a pessoa como um todo na sua perspetiva biológica e relacional, isto é, pensar a realidade na sua totalidade: a entidade biológica e a entidade psicológica. O psíquico influencia o corporal, há um reflexo do psíquico no corporal, existe uma interligação e unidade dos aspetos relacionais biológicos e dos relacionais psicológicos...

Donald Winnicott

É no jogo e só no jogo que a criança ou adulto é capaz de ser criativo e de usar toda a sua personalidade, e é só no ser criativo que o indivíduo se descobre a si próprio.

2005 - Playing and Reality

9 Maio 2019

Lançamento do nosso Livro

Evento de lançamento do nosso Livro pelo olhar de Elsa Faria (Técnica Superior do Núcleo para a Promoção da Cidadania e Igualdade de Género)

O Livro "Género, Relações, Processos e Transformações" foi lançado quinta-feira, dia 9 de Maio, pelas 17:00, na Biblioteca da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, na Av. da República, nº32.

O Livro conta com a colaboração de: Alexandra Silvestre Coimbra, Ângela Vila-Real, Catarina Candeias, Elsa Couchinho,Emília Tavares,Irene Pimentel, Jorge Câmara, José Pedro Sequeira, Luísa Branco Vicente, Maria de Deus Brito, Mário Cordeiro, Margarida Lima de Faria, Orlando Von Doellinger, Patrícia Câmara, Pedro Freitas, Pedro Job, Vera Botelho da Costa e Vera Reimão Pinto.

17 Fevereiro 2022

O que fazer com o meu corpo

A definição de psicodrama diz respeito a uma ciência que busca a “verdade” fazendo uso de métodos dramáticos. O termo psicodrama faz referências não só a uma abordagem psicoterápica, mas a uma técnica cujos ramos percorrem a sociologia, as artes, a pedagogia, ética, recreação e outras áreas das humanidades. De acordo com seu fundador, Jacob Levy Moreno, o psicodrama pode ser definido como “a ciência que explora a verdade por métodos dramáticos”. A proposta dessa abordagem consiste em desempenhar papeis pela dramatização, tendo o teatro como base inspiradora. A partir de um tema ou de personagens imaginados, os atores espontâneos emergem da plateia e escrevem a peça, conforme a encenam. As representações dramáticas, improvisadas, possibilitam mudanças comportamentais, o que abre caminho para o trabalho na direção psicoterápica.

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